12 de abril de 2021

[Resenha da Karla] Crer ou não crer

#PRACEGOVER: Capa do livro

Autores: Padre Fábio de Melo e Leandro Karnal
Editora: Planeta
Ano: 2017
Páginas: 192


Sinopse: O que pode dizer um homem que fez o voto de se dedicar a Deus a outro que está plenamente convencido de Deus não existe? O que pode ouvir um crente de um ateu? O que um ateu pode aprender? São questões assim que guiaram o encontro entre o padre Fábio de Melo e o historiador Leandro Karnal e resultaram neste livro. Um debate rico e respeitoso entre um cético e um católico que oferece uma referência importante aos brasileiros crentes e não crentes. Com coragem para provocar um ao outro e humildade para aceitar os argumentos, os autores discutiram pontos fundamentais, como se o mundo é melhor ou pior sem Deus e se a religião ajuda ou atrapalha. Questionaram o quanto a fé faz falta e discutiram as esperanças, os medos e a morte no horizonte de quem crê e quem não crê. Crer ou não crer é o resultado de muitas horas de conversa entre um dos padres mais amados do país com um dos mais populares historiadores. Uma obra que irá agradar e enriquecer milhões de leitores.


Olá, leitores do Pacote Literário!

Hoje a resenha é de mais um livro escolhido por vocês no projeto #12livrospara2021 em conjunto com a Claudia do MãeLiteratura e a  Hanna do Mundinho da Hanna.

#PRACEGOVER: Imagem com inscrições: "12 livros para 2021, Mãeliteratura, Mundinho da Hanna, Pacote Literário"


Um livro bem diferente do que costumo ler, “Crer ou não crer” traz a discussão entre Fábio de Melo, um padre católico, e Leandro Karnal, um historiador ateu, sofre nada mais nada menos que a fé.

Ambos extremamente instruídos sobre o tema, foi muito interessante acompanhar o debate, muito rico e repleto de informações sobre religiões, condutas humandas e o que se espera do mundo.

Afinal, na atualidade em que a fé se tornou um negócio rentável para alguns, é muito interessante ter acesso a duas pessoas que, embora sintam de maneira diferente, conseguem racionalizar sobre a importância de se ter humanidade, independente da crença.

Padre Fábio já disse, certa vez, que preferia ateus honestos a falsos cristãos. O próprio Papa Francisco, ao fazer afirmação semelhante, gerou grande polêmica! E o que pude notar foi exatamente a sinceridade de ambos em todo o debate.

#pracegover Fundo de madeira, livro ao centro. Em torno, colar com crucifixo, pequena imagem de Jesus e ramo de trigo. 



Pude sentir que os dois se entregaram ao que parecia ser uma conversa entre amigos, repleta de detalhes históricos de grande importância para que eu pudesse compreender de verdade os motivos de cada um.

Outro ponto que achei de suma importância foi o respeito com que utilizaram suas palavras, de forma a não se ofenderem, nem a quem pensa diferente.

Esse diálogo é um exemplo de tolerância, uma vez que, em nenhum momento senti que um tentava convencer o outro a pensar à sua maneira, o que, a meu ver, engrandeceu a conversa.

Um livro que me colocou para pensar não apenas sobre minha própria fé (ou sobre a falta dela), mas na importância do diálogo e, sobretudo, no respeito e na tolerância com o pensamento diverso, algo que tem feito tanta falta no mundo de hoje.

Sensacional, indico a quem queira embarcar nas reflexões propostas!

E você, curte esse tipo de leitura?

#pracegover O livro tem capa alaranjada, nome dos autores acima e título ao centro.

#PRACEGOVER: Caricatura da Karla com
escrito "Matéria de Karla Samira"






9 de abril de 2021

[Resenha da Karla] O símbolo perdido

#PRACEGOVER: Capa do livro

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante
Ano: 2009
Páginas: 496

Sinopse: Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.
Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.
Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.
Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.


Olá, leitores do Pacote Literário!

Hoje é dia de mais uma resenha do projeto #leiacomumamigo nessa leitura em dupla com minha amiga Amanda do IG @psicologaliteraria.

Temos a meta de ler os 5 livros que compõem essa série e, por já termos finalizado o terceiro livro, já imagino a saudade que ficarei de nossas ótimas discussões quando o projeto acabar.

O livro da vez foi O símbolo perdido e já adianto que, das três, foi a melhor experiência de leitura para mim.

A “fórmula Dan Brown” permanece a mesma. Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard, é chamado para desvendar mais um mistério. Dessa vez, porém, a chantagem é feita através do sequestro de um grande amigo.

Tudo indica a Langdon que o segredo se refere a uma chave que pode revelar algo que a humanidade ainda não está pronta para saber: conhecimentos que dariam ao homem uma espécie de “poder divino”.

#PRACEGOVER Livro O símbolo perdido à frente, próximo aos livros Anjos e demônios e Código da Vinci. Acima, globo terrestre e ao lado,
relógio do Mickey. 



O livro nos garante momentos muito interessantes de uma aventura investigativa, daquelas em que, quando o mistério está quase sendo desvendado, surge outra reviravolta chocante!

Dessa vez, achei bem mais real e crível o enredo em geral, tendo em vista que os segredos fazem parte da Maçonaria, instituição que, de fato, ainda desperta muita curiosidade!

Mas o que fez com que o livro se tornasse meu favorito na série foram as reflexões que me trouxe. Dan Brown nos coloca para pensar quando demonstra que, de fato, o home já é um ser divino!

E isso se dá através do poder do pensamento, pois, no livro, há um estudo em andamento justamente para comprovar que nossos pensamentos e sentimentos geram matéria. E, assim, o que pensamos pode se tornar real.

Mais uma história riquíssima, grandes dramas familiares e questões filosóficas que geram muitas reflexões.

Recomendo!

E você, já leu ou tem vontade de ler algo do Dan Brown? Me conte nos comentários.

#PRACEGOVER: A capa tem fundo amarelado, nome do autor acima, foto do Capitólio dos EUA e título abaixo.


#PRACEGOVER: Caricatura da Karla com
escrito "Matéria de Karla Samira"


3 de abril de 2021

[Resenha da Karla] Um ipê de cada cor

#PRACEGOVER: Capa do livro

Autora: Eriane Dantas
Ilustradora: Bianca Lana
Editora: InVerso
Ano: 2020
Páginas: 86

Sinopse: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?”, embalada por canções como essa e em meio a dúvidas colocadas pelo coração, Babi foi obrigada a se mudar do Rio para Brasília.
No auge da sua adolescência e instalada na nova cidade, precisa enfrentar diferentes dilemas e mais uma grande nova mudança anunciada pela mãe e pelo padrasto — dessa vez menos simples que a localidade. Nesse meio-tempo, é levada a uma jornada de descoberta de Brasília e de si mesma, com trilha sonora e muitos porquês, tendo como cenário o colorido dos ipês, o céu da capital federal e as águas brilhantes do Lago Paranoá.
Conheça esta história de realidade juvenil, onde a atuação das amizades e da família é reforçada para o entendimento do adolescente.


Olá, leitores do Pacote Literário!

Hoje venho contar como foi a minha leitura de Um ipê de cada cor, livro de Eriane Dantas, recebido em parceria com a Editora Inverso.

O livro é infanto-juvenil e vem nos contar a história de Babi. Inclusive, existe uma curiosidade bem interessante sobre o nome da personagem principal.

Babi é adolescente e muitas coisas estão mudando em sua vida. Além das transformações típicas da idade, ela, sua mãe e seu padrasto se mudam do Rio de Janeiro para Brasília.

A saudade do pai, que ficou no Rio de Janeiro, é latente em Babi. E, em pouco tempo, recebe a notícia da gravidez de sua mãe.

Totalmente perdida, Babi se torna amiga de Brás Cubas (sim, esse é o nome dele mesmo!), um adolescente que se interessa por ela e faz parte de uma banda. Senti certa nostalgia dos meus tempos de adolescente, pelas atitudes e questões que eles enfrentam.

Ele a leva para conhecer alguns pontos importantes de Brasília e eu peguei uma carona com eles, pois ainda não conheço a capital nacional. Os passeios são deliciosos, ainda mais por serem permeados por lindíssimos ipês.

Algumas músicas da Legião Urbana embalam alguns capítulos da história, o que para mim foi muito gostoso de ler, pois amo música e sou fã da banda.

#pracegover Karla sorri e aponta para o livro



A meu ver, a adolescência já é um período de dúvidas e repleto de complicações. Quando tantas mudanças externas chegam junto a essa fase, creio que seja difícil lidar com aquela pessoa que já não é mais criança, mas não tem a maturidade de um adulto.

E foi muito gostoso poder acompanhar o crescimento de Babi ao longo das páginas do livro.

A autora tem uma escrita bem fluida e a narrativa em primeira pessoa tornou a minha leitura ainda mais rápida.

As ilustrações de Bianca Lana embelezam ainda mais a caprichada edição da Editora! Recomendo a leitura!

E você, curte livros infanto-juvenis? Me conte aqui embaixo.

#PRACEGOVER: A capa tem fundo roxo, o desenho de um ipê ao fundo e à frente, nome da autora e título.


#PRACEGOVER: Caricatura da Karla com
escrito "Matéria de Karla Samira"


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