16 de novembro de 2021

DESAFIO DOS 12 LIVROS PARA 2022 - VOTAÇÃO

 

#PRACEGOVER Karla sorri com livros na mão


Olá olá!

Foi dada a largada para nosso projeto #12livrospara2022 realizado desde 2019 com as queridas Hanna, do Mundinho da Hanna e Clauo, do Mãeliteratura.

Para o ano que vem, escolhemos temas fixos em cada mês e eu separei 2 livros da minha estante dentro de cada um deles, para que vocês escolham quais devo ler em cada um dos meses.

O formulário para votação está disponível aqui e te aguardo para decidirmos juntos as leituras que farão parte do desafio no ano que vem!

E se quiser vir com a gente, basta se programar para ler os livros que serão anunciados em cada IG ainda esse ano.

As resenhas continuarão sendo postadas sempre no dia 12 de cada mês.

O que achou do desafio? Bora participar votando e/ou lendo?

#PRACEGOVER: Caricatura da Karla com
escrito "Matéria de Karla Samira"


12 de novembro de 2021

[Resenha] Antes que eu vá

#PRACEGOVER: Capa do livro

Autora: Lauren Oliver
Editora: Intrínseca
Ano: 2011
Páginas: 268


Sinopse: Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento.
Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder...
Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente.
O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as conseqüências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.


Olá, leitores do Pacote Literário!

Hoje a resenha é de mais um livro escolhido por vocês no projeto #12livrospara2021 em conjunto com a Claudia do MãeLiteratura e a  Hanna do Mundinho da Hanna.


#PRACEGOVER: Imagem com inscrições: "12 livros para 2021, Mãeliteratura, Mundinho da Hanna, Pacote Literário"


Para o desafio dos #12livrospara2021 do mês de novembro, fiz a leitura de “Antes que eu vá”, que vem nos contar a história de Samantha, adolescente que tem tudo o que quer e leva uma vida tranquila.

Ela e suas amigas são populares na escola, assim como seu namorado. De repente, ela morre em um acidente de carro e, ao invés de ir para o céu (ou para o inferno, sei lá), ela acorda novamente em sua cama, para reviver aquele dia. Por 7 vezes!

E, a cada vez que ela revive aquele único dia, a história se desenvolve um pouco mais, de forma que o leitor tem acesso a insigths da infância, do passado, da convivência entre os colegas da escola e com a família.

Achei bem interessante a forma como a autora conseguiu encaixar as lembranças aos acontecimentos do presente, de forma que o leitor conhece um pouco de cada personagem e tem acesso aos motivos que levam alguns deles a agirem de determinada forma no presente.

#PRACEGOVER Fundo de pilha de livros, ampulheta, bolsa jeans, livro em destaque



Porém, achei bem repetitiva a história, tendo em vista que revivemos com Samantha 7 vezes o mesmo dia e, inevitavelmente, muitos fatos se repetem.

Por se passar entre colegas de escola, o livro traz essa atmosfera das amizades ao longo da infância e adolescência, um pouco sobre a relação com os professores e os estudos e, claro, também sobre bullying.

Em fim, é um livro bom, que trata de assuntos relevantes, mas um pouco confuso.

A mensagem que me trouxe é a de que se deve aproveitar a vida ao máximo, pois nunca se sabe o que vai acontecer amanhã!

E você, curte esse tipo de leitura? Ficou com vontade de ler?

Passe nos blogs das queridas Hanna, do Mundinho da Hanna e Cláudia do Mãeliteratura para ver suas indicações!

#pracegover A capa do livro traz a foto do rosto de uma mulher. Título ao centro, nome da autora abaixo.


#PRACEGOVER: Caricatura da Karla com
escrito "Matéria de Karla Samira"


12 de outubro de 2021

[Resenha] Eu sei por que o pássaro canta na gaiola

#PRACEGOVER: Capa do livro

Autora: Maya Angelou
Editora: Astral Cultural
Ano: 2018
Páginas: 336


Sinopse: RACISMO. ABUSO. LIBERTAÇÃO. A vida de Marguerite Ann Johnson foi marcada por essas três palavras. A garota negra, criada no sul por sua avó paterna, carregou consigo um enorme fardo que foi aliviado apenas pela literatura e por tudo aquilo que ela pôde lhe trazer: conforto através das palavras.

Dessa forma, Maya, como era carinhosamente chamada, escreve para exibir sua voz e libertar-se das grades que foram colocadas em sua vida. As lembranças dolorosas e as descobertas de Angelou estão contidas e eternizadas nas páginas desta obra densa e necessária, dando voz aos jovens que um dia foram, assim como ela, fadados a uma vida dura e cheia de preconceitos. Com uma escrita poética e poderosa, a obra toca, emociona e transforma profundamente o espírito e o pensamento de quem a lê.

Eu tinha quinze anos quando descobri Eu sei por que o pássaro canta na gaiola. Foi uma revelação. [...] pela primeira vez, ali estava uma história que finalmente falava ao meu âmago.
– Oprah Winfrey

Essa obra monumental merece ser lida em doses, não é algo que se lê de uma vez. Alguns trechos tocam fundo na alma e precisam de tempo para serem sorvidos. [...] Muitos denominam como superação, mas acho que essa palavra não exprime a escrita densa de Maya Angelou. [...] Maya escreve de modo a se libertar e a nos ajudarmos a sermos livres também. [...] Maya Angelou foi uma mulher que não guardou silêncio, expôs suas dores e, ao fazê-lo, fez com que muitas histórias se conectassem e fossem contadas através de suas narrativas. Não existe agonia maior do que guardar uma história não contada dentro de você, disse ela. Nesta obra, muitos silêncios são ditos de forma tão alta que não são somente audíveis, mas transformadores.
– Djamila Ribeiro


Olá, leitores do Pacote Literário!

Hoje a resenha é de mais um livro escolhido por vocês no projeto #12livrospara2021 em conjunto com a Claudia do MãeLiteratura e a  Hanna do Mundinho da Hanna.


#PRACEGOVER: Imagem com inscrições: "12 livros para 2021, Mãeliteratura, Mundinho da Hanna, Pacote Literário"


Para o desafio dos #12livrospara2021 do mês de outubro, li Eu sei por que o pássaro canta na gaiola, publicado pela @astralcultural e hoje trago a resenha para vocês.

Trata-se de mais um livro autobiográfico de Maya Angelou, apelido que ganhou Marguerite Ann Johnson, que mais uma vez nos conta como sua vida foi marcada pelo racismo.

Acompanhamos sua infância e adolescência desde que foi enviada para o Stamps, localizada no sul dos Estados Unidos, para residir com sua avó.

Maya narra a pobreza comum naquela pequena cidade e nos explica que sua família tinha até certo prestígio, devido ao fato de suas condições financeiras não serem das piores, em comparação aos demais moradores.

Porém, como estamos falando de uma época em que o país se encontrava em plena segregação racial, existiam divisões para realizar todas as atividades sociais, de frequentar a Igreja até pegar um ônibus, por exemplo.

Para se ter uma ideia, por vezes, Maya chegou a duvidar se pessoas brancas existiam, de fato, ou se apenas faziam parte de uma lenda contada pelos outros.

#PRACEGOVER Pilha de livros ao fundo, buquê de flores, livro em destaque.



O pai de Maya, certo dia, retorna para buscá-la e ao seu irmão. Ao residir com sua mãe, Maya passa por gravíssimos acontecimentos, sem sequer se dar conta do que ocorria, de tão jovem!

Senti que a autora se libertou ao contar sua história sofrida, dolorida e de extrema força. Ela sempre se reinventou e deu a volta por cima, até mesmo em situações em que acredito que quase ninguém conseguiria.

Tive um pouco de dificuldade em “entrar” na leitura, no início. Mas depois a história ficou bem fluida e me senti muito próxima dela.

Sua relação com seu irmão é das mais lindas que já vi!

Conforme orienta Djamila Ribeiro, que escreveu o prefácio, não é um livro para ser lido de uma vez. São necessárias pausas, seja para digerir o que é lido, seja para compreender melhor o que está sendo contado.

E você, curte esse tipo de leitura? Tem outros livros com essa temática para me indicar?

Passem nos blogs das queridas Hanna, do Mundinho da Hanna e Cláudia do Mãeliteratura para ver suas indicações!

#pracegover A capa do livro tem fundo laranja, nome da autora acima, título ao centro à esquerda e a silhueta de uma mulher negra, um galho e um pássaro.

#PRACEGOVER: Caricatura da Karla com
escrito "Matéria de Karla Samira"



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