10 de janeiro de 2018

[Homenageado do Mês] Oswald de Andrade



Hoje é aquele dia mais que especial aqui no blog, onde escolhemos uma personalidade para prestar uma pequena homenagem.

O escolhido do mês de janeiro aqui no Pacote Literário, é Oswald de Andrade!

Este escritor, dramaturgo e ensaísta nasceu em São Paulo, em 11 de janeiro de 1890. Foi um dos precursores da Semana de Arte Moderna de São Paulo, em 1922, tendo se destacado por ser o mais inovador entre os modernistas brasileiros.

Foi casado com Tarsila do Amaral por 3 anos e com Pagu (Patrícia Rehder Galvão), por 5 anos, com quem teve seu filho, Rudá de Andrade.

Autor dos dois mais importantes manifestos modernistas do Brasil, publicou seu primeiro livro de poemas, Pau-Brasil. Em suas obras, como ocorre em Macunaíma, o autor demonstra traços dos mais importantes para a cultura brasileira, tais como o naturalismo e o realismo, muito além dos demais autores modernistas que despontavam na mesma época.

Foi retratado em vários filmes e minisséries como personagem e influenciou diversos outros movimentos, como o tropicalismo, na música e o concretismo, na poesia.

Morreu aos 64 anos e foi sepultado na cidade onde nasceu.

Dentre as principais obras de Oswald de Andrade estão:

Romances

Os Condenados (1922), Memórias Sentimentais de João Miramar (1924), Estrela de Absinto (1927), Serafim Ponte Grande (1933), A Escada Vermelha (1934), Os Condenados (l941) - reunindo os livros de 1922,1927 e 1934, constituindo a Trilogia do Exílio, Marco Zero I - Revolução Melancólica (1943), Marco Zero II - Chão (1946).

Poesia

Pau-Brasil (1925), Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade (1927), Poesias Reunidas (1945).

Teatro

O Homem e o Cavalo (1943), Teatro (A Morta, O Rei da Vela), (1937).

Ensaio

Ponta de Lança (1945?), A Arcádia e a Inconfidência (1945), A Crise da Filosofia Messiânica (1950), A Marcha das Utopias (1966).

Memórias


Um Homem sem Profissão (1954).


Canto de regresso à pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo.


“A alegria é sempre a prova dos nove!”



Um comentário:

  1. Ótima homenagem, meninas!
    Adorei o post.
    Oswald foi um homem muito talentoso e polêmico. Li mês passado um livro muito interessante e ele era um dos personagens principais. Neve na cidade de São Paulo. Recomendo muito também!
    Ja coloquei alguns romances dele na minha lista.
    Bjs

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